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Sopros Divinos é um oráculo que une a potência simbólica de deusas, entidades e mulheres sagradas de diversas culturas com uma atenção especial às raízes brasileiras. Metade das cartas é dedicada a figuras afro-brasileiras e indígenas, celebrando a pluralidade espiritual do Brasil. Cada mensagem é canalizada como um sopro da alma, oferecendo não apenas orientação, mas um convite ao autoconhecimento e à reconexão com o sagrado feminino ancestral.

Não. Sopros Divinos foi criado para acolher tanto iniciantes quanto praticantes experientes. As mensagens são acessíveis, profundas e intuitivas. Basta um momento de silêncio, uma pergunta do coração e a disposição de escutar com presença. O oráculo guiará você com suavidade e verdade.

Você pode tirar uma carta diariamente como inspiração ou orientação para o momento. Também pode usá-lo em rituais, atendimentos terapêuticos, círculos femininos ou momentos de introspecção. Ele serve como uma ponte entre o visível e o invisível, entre a sua voz interior e a sabedoria ancestral que te acompanha.

As cartas reúnem tanto figuras históricas quanto mitológicas, todas elas representantes de um feminino sagrado que transcende o tempo. As mensagens canalizadas não seguem uma cronologia ou dogma religioso, mas sim uma escuta sensível que honra o mistério, a força e a ternura dessas presenças espirituais.

Bem-vinda ao Universo de Sopros Divinos

Oráculo do Sagrado Feminino

Neste Oráculo, cada sopro é um presente, cada palavra é um abraço, e cada conselho é um passo na dança eterna com o divino. As vozes das deusas, entidades e mulheres sagradas atravessam o véu do tempo e do espaço para falar diretamente ao coração feminino. Cada palavra carrega a sabedoria ancestral, oferecendo orientação e inspiração para os desafios e jornadas de nossa vida cotidiana.

Sopros Divinos

O Oráculo Sopros Divinos é composto de 64 cartas ilustradas a mão, impressas em papel especial de alta gramatura, e livro de interpretação com 314 páginas. O livro traz ainda a Mandala das 7 Luas, ferramenta única desenvolvida para aprofundamento terapêutico. A Mandala faz a conexão entre os 7 grupos de arquétipos do oráculo, relacionando-os com as fases da Lua e apresentando proposições para o mergulho de autoconhecimento.

Mandala das 7 Luas

Matrizes do Autoconhecimento

Confecção das cartas

Todas as imagens são ilustrações feitas em diferentes técnicas, como: aquarela, guache, acrílica, em releituras dos simbolismos e arquétipos presentes em cada entidade.

Conheça algumas das 64 cartas

Quem são os autores?

Suzi Ribeiro

Mulher, mãe, companheira, sacerdotisa da Deusa, bailarina e professora de dança do ventre, danças sensuais e dança terapêutica, empreendedora e administradora, pesquisadora de danças sagradas e arquétipos femininos, facilitadora de círculos de mulheres, especialista no Sagrado Feminino pelas Faculdades Integradas Espírita, estudante de tantra, yoga e terapias corporais. Espiritual, sensível, amorosa e movida pelo coração, onde está sua maior potência. Forte o suficiente para assumir fragilidades, fraquezas, medos, e morrer quando necessário, para que uma nova Suzi possa nascer. Amante dos estudos do corpo, das emoções, e da psicologia feminina, há mais de vinte anos dedica seu fazer ao bem estar das mulheres através da dança e do corpo como ferramenta de autoestima e prática terapêutica.

Fabio Gimovski

Artista, escritor, doutorado em pesquisas sobre ancestralidade e cosmologias de diferentes povos. Em suas andanças pelo mundo já cruzou os Andes e os Himalaias, as montanhas de Machu Picchu e as neves do Annapurna, os vulcões do Chile e as florestas brasileiras. Atravessou os Pirineus na França, os desertos do Atacama e do Saara, o monte Sinai no Egito e os gigantes adormecidos no Nepal. Visitou escolas de sânscrito na Índia, monastérios em Dharamsala, templos em Katmandu, mosteiros em Istambul, terreiros na Bahia e foi batizado aos pés das gigantes Samaúmas na Amazônia. Andou nas estrelas do caminho de Compostela, girou com dervishes e viu os saberes ancestrais refletirem-se nos dias atuais na fé e na devoção de tantas pessoas. Tocou tambores de Aruanda em Itaparica, cítaras em Varanasi, karkabous no Marrocos e maracás no Xingu. Acendeu a fogueira de atanores e vislumbrou a alquimia das transmutações. Navegou pelo Amazonas, pelo Ganges e pelo Nilo. Suas palavras trazem apenas o reflexo do que seus olhos viram e sua imaginação condensou em histórias para contar.